Revalidação de Títulos

A REVALIDAÇÃO de um diploma de pós-graduação stricto sensu obtido no exterior, incluindo os países do Mercosul, deve ser entendido como mero processo administrativo. Não deve ser entendido como pertinente a eventual avaliação da dissertação ou da tese, ou a solicitação de nova defesa no Brasil, fato que já deve ter sido objeto da devida avaliação qualitativa da Banca Examinadora, quando da defesa ao final do curso. O Brasil não deve se julgar mais competente do que qualquer outro país a ponto de colocar em dúvida a qualidade já avaliada no âmbito da Argentina, do Uruguai ou do Paraguai. É uma questão de soberania e de respeito aos princípios acadêmicos universais. 

Afinal de contas, quando um aluno sai do Brasil para cursar, por exemplo, um doutorado em outro Estado parte do Mercosul, o seu diploma de mestrado não é colocado em dúvida e nem a sua dissertação é novamente avaliada pela Universidade escolhida pelo candidato. Há que se respeitar a formação acadêmica e os cursos legalmente ministrados nos demais países. 

A revalidação, segundo normas estabelecidas no Brasil, deve ocorrer num prazo máximo de 6 (seis) meses e qualquer universidade, pública ou privada, que possua curso avaliado pela CAPES, na mesma área, pode revalidar o diploma.

Em geral os documentos obtidos em espanhol, não precisam ser traduzidos. 

É fundamental que ao iniciar o processo de revalidação, o mesmo seja instruído com os documentos solicitados pela Universidade revalidante. Tais exigências podem sofrer pequenas variações de uma Universidade para outra. 

Documentos tais como do diploma; o histórico escolar e qualquer outro emitido pela Universidade do outro estado parte do Mercosul, deverão possuir OBRIGATORIAMENTE, as devidas chancelas no Ministério das Relações Exteriores e no Ministério da Educação do outro país, assim como o selo do Consulado Brasileiro daquele país. Esta é uma condição essencial para se iniciar um processo de revalidação.

Os demais documentos pessoais são geralmente solicitados através de cópias autenticadas. 

Destacamos que uma condição essencial para solicitação de Revalidação é que o curso tenha sido INTEGRALMENTE realizado em outro país. Portanto, pode ser necessária anexar documentos comprobatórios de entrada e saída no país onde o curso foi ministrado, como prova de efetiva frequência. 

Revalidação de Títulos

A REVALIDAÇÃO de um diploma de pós-graduação stricto sensu obtido no exterior, incluindo os países do Mercosul, deve ser entendido como mero processo administrativo. Não deve ser entendido como pertinente a eventual avaliação da dissertação ou da tese, ou a solicitação de nova defesa no Brasil, fato que já deve ter sido objeto da devida avaliação qualitativa da Banca Examinadora, quando da defesa ao final do curso. O Brasil não deve se julgar mais competente do que qualquer outro país a ponto de colocar em dúvida a qualidade já avaliada no âmbito da Argentina, do Uruguai ou do Paraguai. É uma questão de soberania e de respeito aos princípios acadêmicos universais. 

Afinal de contas, quando um aluno sai do Brasil para cursar, por exemplo, um doutorado em outro Estado parte do Mercosul, o seu diploma de mestrado não é colocado em dúvida e nem a sua dissertação é novamente avaliada pela Universidade escolhida pelo candidato. Há que se respeitar a formação acadêmica e os cursos legalmente ministrados nos demais países. 

A revalidação, segundo normas estabelecidas no Brasil, deve ocorrer num prazo máximo de 6 (seis) meses e qualquer universidade, pública ou privada, que possua curso avaliado pela CAPES, na mesma área, pode revalidar o diploma.

Em geral os documentos obtidos em espanhol, não precisam ser traduzidos. 

É fundamental que ao iniciar o processo de revalidação, o mesmo seja instruído com os documentos solicitados pela Universidade revalidante. Tais exigências podem sofrer pequenas variações de uma Universidade para outra. 

Documentos tais como do diploma; o histórico escolar e qualquer outro emitido pela Universidade do outro estado parte do Mercosul, deverão possuir OBRIGATORIAMENTE, as devidas chancelas no Ministério das Relações Exteriores e no Ministério da Educação do outro país, assim como o selo do Consulado Brasileiro daquele país. Esta é uma condição essencial para se iniciar um processo de revalidação.

Os demais documentos pessoais são geralmente solicitados através de cópias autenticadas. 

Destacamos que uma condição essencial para solicitação de Revalidação é que o curso tenha sido INTEGRALMENTE realizado em outro país. Portanto, pode ser necessária anexar documentos comprobatórios de entrada e saída no país onde o curso foi ministrado, como prova de efetiva frequência.